Gamificação: 6 cases que mostram como a gamificação pode ser poderosa para as marcas

Cada vez mais sofisticados e realistas, os games se tornaram coisa de gente grande, movimentando cifras inacreditáveis no mundo dos negócios. Com o avanço da tecnologia e o desafio das empresas para engajar o público, os games também passaram a fazer parte da estratégia de marcas dos mais variados segmentos.

Ao utilizar técnicas, mecânicas e layouts de jogos, agências e anunciantes aproveitam o universo lúdico para enriquecer contextos diversos, gerar conexão, interatividade e uma relação mais profunda com os consumidores.

“Por meio de recursos atraentes e interativos, a gamificação tem a capacidade de gerar atenção e o engajamento das pessoas. Ele pode ser uma ferramenta criativa incrível para resolver o problema de algum cliente. E isso pode ser alcançado com jogos relativamente simples. Não é preciso ser um estúdio de games para ter isso em seu mindset”, explica Pedro Rovai, diretor da Jokerman Non-Traditional Media.

Seja para fortalecer uma mensagem, explicar um conceito, gerar emoções e divertir o consumidor ou mesmo obter seus dados para ações futuras, o fato é que a ferramenta tem um leque enorme de recursos que podem ser explorados pelas marcas. Alguns caminhos já demonstraram relativo sucesso.

Imersão e interação

Como ideia principal a realidade virtual é a interface homem-computador que simula um ambiente real/imaginário e permite aos participantes interagirem com o mesmo. Trazendo uma nova linguagem onde o usuário, sendo ele em primeira pessoa ou apenas imergido em um local, explora uma releitura sobre o ponto abordado. As principais aplicações e cases de sucesso no marketing são aquelas que transportam o usuário para um cenário, um ambiente, uma ação, nos quais seria mais custoso ou inviável para o cliente levá-lo para tal situação na vida real.
Ocasionalmente, essa tecnologia surge em novos lares através de um óculos VR, podendo ser o RIFT (óculos movido por uma CPU, geralmente exigindo um processador mais rápido), um óculos portátil ou ainda por meio do smartphone, sem óculos. Hoje há uma democratização da tecnologia, com vários modelos de óculos disponíveis, para todos os bolsos.

Veja a matéria na íntegra: Jokerman

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